Roma Editora

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Prosas e Poemas
[José do Nascimento Castrelas]

Prosas e Poemas
Esta obra tem o valor literário e cultural que cada um lhe queira dar, já que é sustentada apenas pela "quarta classe" do autor.
Quero apenas mencionar que nasci numa pequena freguesia que é Vilarinho do Monte no concelho de Macedo de Cavaleiros, do longínquo distrito do nordeste transmontano, Bragança.
Por ali permaneci até aos catorze anos, quando vim para a capital em 1966.
Aqui chegado dediquei-me desde então á pintura na construção civil, e à família que veio a ser numerosa com a graça de Deus.
Só foi possível chegar a este livro, por ter sido impulsionado por familiares e amigos aos quais fico grato para todo o sempre.
Amigos que muito me honram em o ser.
Um bem haja para todos vós, e para todos aqueles que tenham a paciência de me ler.
Que Deus vos abençoe.

José do Nascimento Castrelas

Que a leitura era (é) uma excelente terapia para uma diversidade imensa de males (solidão, tédio, falta de ocupação, desgostos, dependências, sem esquecer o alívio da ignorância!), quase todos sabemos, mas este “quase” esconde ainda uma multidão que desconhece os benefícios da leitura, sofrendo demasiado, porque não estende a mão a um livro, que dorme a seu lado, não dá dois passos para ir à biblioteca, não entra nas livrarias.
Entidades públicas e privadas têm feito algum esforço para incentivar a leitura. A Roma Editora promoveu durante vários anos o Prémio Nacional de Leitura. Dessa iniciativa, resultaram sete volumes do LIVRO DO LIVRO. Foi gratificante verificar a quantidade de trabalhos recebidos de professores, estudantes, médicos, e tantas outras profissões, textos escritos, que correspondiam a leituras efetuadas, digeridas e comentadas, atingindo-se, assim, dois objetivos: a leitura e a escrita.
A escrita é mais espontânea, por isso, talvez menos promovida. Sabemos a importância que uma grande parte dos jovens lhe atribui, começando logo nos desabafos que vão confiando aos seus diários. “A minha vida dava um livro”, ouve-se muitas vezes. E são muitos os que gostariam de o escrever, mas ficam-se pela intenção. E é pena.
Mas, felizmente, temos aqueles que passam das palavras aos atos e escrevem mesmo, dedicando-se à escrita, acabando por encontrar um editor, tornando-se escritores – uma minoria! Outros escrevem, mas não tentam sequer publicar, utilizando a escrita como ocupação saudável. Restam aqueles (e aquelas), talvez a maioria, que escreveram com a intenção de publicar e, depois de muitos dias e anos de luta, desistem, deixando na gaveta o fruto do seu trabalho. Mas não terá sido em vão nem tempo perdido, porque a escrita também cura.

Fica o testemunho do autor deste livro:

" Este livro foi o antídoto que encontrei para deixar de me afundar no álcool. "

José Gil Vicente

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